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Alien's Home

To be or not to be ...unfaithful

por Alien, em 29.11.22

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Infidelidade.Bora lá agitar a blogosfera.
 
A infidelidade entre casais que se amam, é este o tema deste texto.

Como se infiltra a infidelidade em casais que se amam? Quando já não existe amor é muito fácil para a infidelidade bater à porta. Mas, e quando existe amor, como se dá?, conheço casais que passaram por essa dolorosa experiência e não tem piada nenhuma.
Não somos todos iguais é um facto. Então, estarão alguns seres imunes?
 
Vamos dar as mãos e pensar em conjunto.


Acredito que se existe um ligação sentimental forte para com outra pessoa fora do relacionamento, não é necessário ser-se muito inteligente para perceber que mais tarde ou mais cedo o coelho vai entrar na toca. 
 
Se perguntarmos a vários casais - onde existe amor - se seriam capazes de trair a sua cara-metade, provavelmente 99% diria que não. Mas, então isso quer dizer que os casos de que tenho conhecimento se resumem apenas aos 1%. Será?
 
Mesmo quando existe amor, existe a possibilidade de se ser infiel e, não creio que seja uma possibilidade assim tão reduzida. Muitas vezes ama-se a pessoa com quem se está, mas podem entra em campo outros factores que mexem com as hormonas, outrem que vai despertar uma atracção sexual complicada de conter. Os humanos são humanos por alguma razão, nenhum anda com uma auréola a pairar sobre a sua cabeça.
 
Então vamos culpar as hormonas pela infidelidade de muitos?
 
A expressão "a carne é fraca" existe por algum motivo.
 
Há quem diga que os seres humanos não foram "construídos" para permanecerem com uma só pessoa para o resto das suas vidas. Existe quem diga que durante as várias fases do ser humano, este se sente atraído por um "tipo" diferente. Aos 20 anos sente uma atracção por um tipo de ser humano, aos 30 por outro e por aí a fora. Se acreditarmos nesta teoria, então, como é possível vermos casais que estão juntos à séculos? Que chegaram ao final da linha juntos ,felizes e saltitantes.
 
 
O que leva uma das partes a dar uma facada no matrimónio ou na relação que detêm?
À cabeça vem-me a falta de comunicação
 

Quando deixa de existir uma linha de comunicação limpa entre um casal, este está a dar um passo gigante na direcção de uma infidelidade. Os seres humanos quando sentem que não são compreendidos, que não são ouvidos, viram-se para quem lhes dê a atenção que tanto anseiam.
 
Quando estamos no auge da nossa paixão por outro ser, acredito piamente que é praticamente impossível existir infidelidade. São os "passos de bebé" da relação, quando tudo ainda é perfeito, quando a outra pessoa apenas tem virtudes, quando acordamos e nos deitamos a pensar nessa pessoa. Agora, com o avançar dos tempos, a relação muda, já se conseguem ver os defeitos do outro, as lacunas na relação e, é aí que a coisa se torna perigosa.
 
 
Sou uma alienígena com poder de observação - como muitos humanos - e algumas ideias a sobrevoar o meu cérebro. 
 
No entanto, a minha única certeza é de que o ser humano é deveras complicado. Repleto de defeitos, dúvidas, incertezas, convicções, medos e, quando dois se juntam para partilhar uma vida; os defeitos, as dúvidas, as incertezas, as convicções e os medos são a dobrar.
 
 
Existirá um antídoto para a infidelidade? Que me dizem?
 
 
Mas isto sou só eu

Bolinha vermelha no canto

por Alien, em 19.11.22

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Hoje deu-me para isto. Este cantinho vai explodir!

Não sei se a blogosfera está preparada para este texto? Não sei se os terrestres estão preparados? Ai , os meus receios alienígenas!

SEXO COM AMOR
SEXO SEM AMOR


Existe diferença? Claro que sim! Pelo menos para nós, aliens, existe.

Acredito que muitos terrestres se identifiquem com o que vou explanar. Outros, nem por isso.

Vamos desde já retirar a masturbação desta equação. A masturbação é sem dúvida - como diz woody allen - o fazer amor com quem gostamos, nós próprios. Contudo, e se ao fazê-lo temos na cabeça a martelar e no coração a bombar, alguém em concreto?

Continua a ser um acto puramente sexual, sem emotividade? Já não tenho certezas quanto a este cenário.

Sexo é sexo. Algo animalesco sem o qual não sabemos viver em plenitude, é quase como comer ou beber, é essencial para o nosso bem-estar. Estamos de acordo?

Agora, vamos lá ao que interessa: existe ou não uma diferença entre termos sexo com alguém que amamos e ter sexo com alguém que pouco nos diz? Uma coisa de uma noite, ou até de várias noites, mas que não nos tira o sono, aquela pessoa. Se está por perto, ok. Se não está, ok.

Existe uma diferença? Se existe!
Quando temos relações sexuais com alguém por quem nutrimos um sentimento emocional forte, como o amor, a intensidade do acto é muito mais ampliada. Para começar, o desejo sexual é mais exacerbado. A pessoa ao nosso lado aumenta estupidamente a nossa libido, isto porque temos todos os nossos sentidos focados naquele ser que amamos.

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Quanto ao sexo sem amor. Como dizem muitos humanos; é sexo puro e duro. Não existe uma relação sentimental, apenas uma sexual. Dois seres que se divertem porque ter sexo é sempre bom, raras excepções, como quando um dos dois não sabe o que está a fazer. Preenche da mesma forma que o sexo com amor? Não acredito. Comigo nunca chegou perto. E com vocês?

Quero sublinhar aqui algo muito importante. Para mim - mais uma vez, sendo uma alien - existe uma terceira categoria. Sexo com a pessoa que amamos e o fazer amor com essa mesma pessoa.

Existem momentos em que fazemos amor com o nosso parceiro/a, é mais intenso, intimo, é um querer diferente, até o orgasmo é distinto. Mas, existem por vezes, ocasiões em que só nos apetece que a outra pessoa chegue a casa para lhe saltarmos para cima, e darmos uma valente ali mesmo no chão.

Finalizando, tenho de corrigir o título deste texto para:
Sexo com Amor
Sexo sem Amor
Sexo puro e duro com Amor

E pronto, estamos falados. Não me quero alongar, já falei demais e tenho medo de como este texto vai ser recebido pelos visitantes deste cantinho.

Apeteceu-me trazer a palavra, não do senhor, a proibida, para a blogosfera.

Mas isto sou só eu